quarta-feira, 2 de março de 2011

Ata da Assembleia Geral Extraordinária do Fórum Música Sergipe, realizada no dia 1º.3.2011.

Às vinte horas e trinta e cinco minutos do dia primeiro de março do ano de dois mil e onze, na Casa Rua da Cultura, foi realizada a Assembleia Geral Extraordinária do Fórum música Sergipe (FMS), para tratar da seguinte pauta:



a) Aprovação do Estatuto;

b) O que ocorrer.



Iniciando os trabalhos, Aragão deu o informe sobre retorno dado pela Sociedade Semear à solicitação do FMS sobre a disponibilização de local para realização das reuniões do grupo. Aquela orientou-o no sentido de procurar a Cita para tal fim e se colocou à disposição do fórum para prestar assessoria jurídica nesse processo de institucionalização. Em seguida, Aragão sugeriu que fosse lida a proposta do estatuto, acompanhando o texto pelo projetor de multimídia, para o grupo levantar os principais destaques. André informou que conversou com Alemão e que este o orientara sobre a criação de um regimento interno, ao invés do estatuto, para que o fórum se institucionalize, mas não seja confundido com outro tipo de entidade de classe. André informou que na conversa houve a diferenciação entre regimento e estatuto, sendo que o primeiro é um documento mais flexível e o segundo é mais fechado, mais rígido. Assim, o debate se iniciou e se sequenciaram as seguintes falas:

• La Ccierva: deu importância ao amadurecimento e à discussão. Disse que o FMS precisa ver todos os pontos que devem estar contidos no Estatuto e que deve-se discutir o documento mais calmamente;

• Florim: propôs que fosse feita a leitura do documento, artigo por artigo, para que o grupo chegue a um consenso;

• Bob Zé: citou o regimento comentado por André e defende que antes de se criar o regimento, necessita-se criar o estatuto, contanto que o fórum de institucionalize, dada a necessidade de organização;

• Emanuel Garapa: sugeriu que o grupo busquem consulta jurídica para tirar as dúvidas sobre os documentos e sobre a forma jurídica que o fórum deve ter, para que não haja contradição na formulação dos documentos institucionais;

• Igor: chamou os membros à ação. Atribuiu maior importância à Assembleia e que o estatuto não seria o mecanismo que definiria as ações do fórum; é preciso voltar a atenção para as demandas da música local e assumir ações para dirimi-las;

• Aragão: afirmou que o documento institucional é importante para organização, que é o que o fórum necessita no momento. Exemplificou que, se houver a demanda de representar a cadeia produtiva musical ante a órgãos e outras entidades, o FMS precisa estar organizado e legalizado e que a Assembleia é onde são tomadas as decisões pelo coletivo, mas há a necessidade de organização formal;

• Igor: contrapontuou que o bom senso deve guiar as decisões e ações do fórum e que não é papel do estatuto defini-las, mas sim do grupo;

• Aragão: replicou tomando como exemplo a demanda atual levantada pelos técnicos de som, que precisa de ação do fórum, mas que esta deve ser estruturada e decidida pelo grupo, que, por sua vez, deve estar organizado;

• Florim: observou que o fórum deve rever como estão sendo conduzidas as reuniões e que sofreu pressão quando da questão da representatividade alegada pelo FPMS, o que provocou o FMS a agir de forma impulsiva e atropelada no tocante à sua institucionalização. Afirmou que o fórum deve garantir a palavra dos profissionais da música, em seus vários segmentos, e que deve haver transparência. Identificou que a proposta de estatuto elaborada pela comissão se assemelha à de estatuto de associação ou partido política e que sua aplicação poderá engessar o processo, o que deve ser avaliado e discutido no fórum;

• Emanuel Garapa: lembrou que há propostas que foram apresentadas ao Governo e que devem ser cobradas ações nesse sentido. Há demandas urgentes que devem vistas pelo fórum;

• Cristiano: concordou e lembrou da demanda da poluição sonora, que atinge diretamente aos músicos e demais envolvidos na música, são só os técnicos tem sofrido muito com esse problema;

• Aragão: lembrou que há tempos há diversas demandas apresentadas nas reuniões, mas já houve o fato de se levantarem demandas de um grupo ou pessoa específica e se mobilizarem esforços para tratá-las quando essa demanda pode não contemplar a necessidade do coletivo. Já existe uma proposta dada em Assembleia de que representantes de cada grupo que compõe a cadeia produtiva apresente as demandas e que o grupo estabeleça metas para tratar dessas questões, de forma organizada;

• Samírinys: chamou a atenção para o fato de que o grupo deve estar consciente sobre a responsabilidade jurídica que será contraída no momento em que houver a formalização do fórum, que deve estar preparado para isso e consciente das consequências de o realizar;

• Bob Zé: questionou por que o FMS não cria o Estatuto. Defendeu mais uma vez que há a necessidade de se institucionalizar e de ter legalidade, além da legitimidade que já possui, e que deve assumir mesmo a responsabilidade jurídica consequente;

• Emanuel Garapa: afirmou que há falta de compromisso necessário das pessoas com relação ao fórum e que não há maturidade suficiente para aprovar o estatuto;

• Bob Zé: complementou sua fala dizendo que enquanto o fórum não se legalizar, não terá como cobrar de nenhum segmento ações em prol da música sergipana;

• Igor: questionou sobre a representatividade existente da música em âmbito nacional, como isso se dá e se podemos seguir o exemplo nesse processo de formalização;

• La Ccierva: afirmou que é necessário criar formato de fórum, não se igualando a formato de associação ou sindicato. Todos que estão acompanhando as discussões e indo às Assembleias tem interesses específicos e que faltam atentar para os interesses coletivos. Propõe a criação de um núcleo que represente o coletivo do fórum, comprometido com a luta pelas demandas do todo. É preciso que fórum tome um rumo direcionado;

• Plebeu: fez alusão às palavras constante na bandeira brasileira “Ordem e Progresso” e que o fórum não pode fugir da organização, da discussão e da ação;

• Aragão: observou que toda organização de grupo é complicada e que o coletivo precisa ter a garantia de que o FMS fale por todos. O fórum deve decidir se aprova a criação de um grupo ou núcleo que o represente sempre que necessário ou se quer se formalizar e com que tipo de documento institucional. É importante que esse processo seja aberto, para que todos participem e as decisões sejam coletivas para, a partir daí, surgirem as ações. Repete que, para isso, portanto, necessita-se de organização;

• La Ccierva: disse que o processo deve se iniciar com o levantamento da demandas das áreas e que se definam as ações de forma coletiva, buscando os interesses do todo. Continua a fala com o pensamento de que um membro apenas não tem legitimidade nem autoridade de representar o grupo e que por isso defende a criação de um núcleo representativo;

• Igor: sugeriu que o fórum aprove a estatuto e que o reforme constantemente, pela lista virtual e Assembleias. Sugeriu também que quando alguém levantasse demandas, iniciasse a ação e não esperasse que o fórum somente tomasse iniciativa;

• Samírinys: esclareceu que cada alteração em documento institucional demanda custo quando o fórum for formalizado, pois é necessário se registrar cada procedimento dessa natureza;

• Bob Zé: atentou para a necessidade de se buscar assessoria jurídica para orientação da condução desse processo;

• Igor: sugeriu que buscássemos outros meios de representar o coletivo externamente, como abaixo-assinados e petições públicas;

• Samírinys: deu o exemplo do fórum do Ceará, que apresenta propostas aos órgãos e entidades competentes através de petições e documentos públicos;

• Cristiano: lembrou o grupo da necessidade de se voltar para as demandas existentes e urgentes;

• Igor: sugeriu que se lançam as propostas de resolução desse impasse na lista virtual para que todos opinem e decida na próxima Assembleia como agir;

• Emanuel Garapa: defendeu que cada ação tem um tipo de ação diferenciada e que para cada ação definida pelo todo um grupo pode ser eleito para se responsabilizar por essas ações;

• La Ccierva: concordou com ideia de Garapa e complementou afirmando que cada grupo desse deve apresentar relatório das ações executadas por ele;

• Aragão: propôs que busquemos contato com outros fóruns estaduais para perceber as semelhanças e diferenças e definir que moldes o fórum deve ter. Defendeu que não devem ser conduzidos problemas pontuais dentro do fórum, que a ação deve partir de decisões do coletivo e não ser iniciada por quem levanta a demanda, como sugerido por Igor. Se não, pode o fórum pode abrir espaço para se transformar em massa de manobra;

• Igor: replicou que quando fossem apresentadas as demandas fosse apresentada também a solução e que o fórum deveria assumir o controle dessas ações;

• Bob Zé: propôs a eleição de comissão de representação do fórum, legitimada em Assembleia;

• Florim: afirmou que é preciso de estabelecer as diferenças entre regimento e estatuto e se um impede o outro. Se sim, deve-se começar com o regimento e com o tempo, de forma mais concisa, se aprovas o estatuto;

• Igor: lembrou que já existe um comissão representativa levantada em Assembleia passada e sugeriu que fosse revista;

• Florim: destacou que para ser fórum o FMS deve absorver outro formato, com formulação e discussão de eixos temáticos, pois o atual formato do fórum virtual não condiz com as necessidades do grupo;

• Cristiano: criticou a importância que considera que é dada ao ego e à vaidade de muitos presentes nas reuniões e que enquanto isso ocorrer, não se pensará no coletivo;

• Plebeu: questionou o formato da proposta do estatuto e disse que se essa faz analogia a de partidos políticos ou se houver atrelamento a eles, isso contrariará os interesses do coletivo;

• Aragão: se disponibilizou a ser o mediador do fórum virtual, formatando-o e adequando-o ao formato mais próximo do ideal;



Assim sendo, ficou definido que serão lançadas para discussão no fórum virtual e aprovação na próxima Assembleia Geral Ordinária, as seguintes propostas:

a) Aperfeiçoar o estatuto no formato condizente com as atividades do fórum para aprovação posterior;

b) Eleger comissão para realizar planejamento anual, representar o coletivo e executar as ações definidas pelo grupo em assembleias, realizando a aprovação do estatuto em momento futuro, após discussão e consenso.



No item “o que ocorrer”, Aragão fez a leitura do documento apresentado ao Governo Estadual referente às propostas de políticas públicas levantadas pelos diversos profissionais da música sergipana. Chamou a atenção de todos para o fato de que já há um direcionamento para que se planejem e se iniciem as ações de acordo com as demandas de cada área e que a partir desse documento podemos cobrar dos órgãos competentes a execução dessas políticas e a implementação de medidas para a melhoria da cultura local.



Nada mais havendo a tratar, lavro esta ata, que vai assinada pelos membros presentes do Fórum Música Sergipe.





PAUTA DA PRÓXIMA ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA, MARCADA PARA 22.3.2011, às 20h:



a) Discussão e aprovação das propostas de institucionalização do FMS;

b) Discussão e eleição de comissão representativa do FMS;

c) O que ocorrer.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ata da Assembleia Geral Ordinária do Fórum Música Sergipe, realizada no dia 22.2.2011

Às vinte horas e vinte minutos do dia vinte e dois de fevereiro do ano de dois mil e onze, na Casa Rua da Cultura, foi realizada a Assembleia Geral Ordinária do Fórum música Sergipe (FMS), para tratar da seguinte pauta:



a) Aprovação do Estatuto;

b) Análise das demandas do mercado musical sergipano;

c) O que ocorrer.



Iniciando os trabalhos, André abriu o primeiro item da pauta, solicitando à comissão responsável pela elaboração da minuta do Estatuto que realizasse leitura desta para os presentes. Após algumas discussões, Verlane propôs que fosse feita a leitura na íntegra e logo após fossem apontados os destaques para discussão. Alguns presentes afirmaram não ter tido acesso ou não terem feito a leitura da minuta disponibilizada na lista virtual e que não seria possível aprovar o documento naquele momento. Assim, após a leitura foram inscritos e se posicionaram a respeito do primeiro item da pauta os abaixo listados.

• Verlane: parabenizou a comissão pela elaboração da proposta do Estatuto e concordou que todos deveriam ter acesso ao documento antes de sua aprovação e que esta deve ocorrer em uma reunião extraordinária com o número de membros presentes, já que houve disponibilização da proposta para todos no fórum virtual;

• Aragão: concordou com o encaminhamento de Verlane sobre aprovar o Estatuto em um outro momento, após manifestação dos membros no fórum virtual. Aproveitou para dar o informe de que entregou ofício à Sociedade Semear solicitando cessão do espaço para realização das reuniões do FMS. No momento houve a sugestão do espaço do Lourival Batista para realização das reuniões, o que foi considerado e poderá ser visto em Assembleia posteriormente;

• Heitor: colocou-se à disposição, em nome do deputado eleito João Daniel, para apoiar o FMS e buscar soluções para atender às demandas da categoria, afirmando sua intenção em estimular a cultura local, com elaboração de projetos de lei que vislumbrem as necessidades da cadeia produtiva do estado. Solicitou que fosse colocada em pauta a visita do deputado à próxima Assembleia Ordinária do fórum;

• Jorge Ducci: teceu crítica à formatação do fórum virtual, fazendo referência aos e-mails e discussões extensas e dispersas que ocorrem na lista e que isso deve ser corrigido, criando-se tópicos e encerrando-os de forma organizada. Solicita que sejam levantadas na lista virtual discussões que visem à mudanças no cenário atual da música sergipana, o que não está ocorrendo no fórum. Afirmou que falta ação efetiva do fórum;

• Emanuel Garapa: lembrou que já existem propostas da classe musical local que foram apresentadas ao governo, mas que não houve cobrança de ações. Sugeriu que fosse instituída uma comissão para realizar visita aos órgãos públicos competentes para cobrar ações e melhorias para a música de Sergipe e solicitou urgência nessa demanda ante a presença de representantes do MINC em Sergipe no próximo mês de março. Chamou a categoria à união e a trabalhar enquanto grupo.

• Lacierva: sugeriu a inserção dos profissionais de audio-visual no FMS e no artigo 1º do Estatuto, considerando-os como parte importante na cadeia produtiva musical, já que trata-se de uma atividade que faz parte do mercado musical;

• André: na inscrição de Lacierva, concordou que o profissional audiovisual deveria ser inserido, mas que o termo “comunicadores” incluído no artigo 1º do Estatuto engloba esses profissionais;

• Bob Zé: chamou os presentes a se atentar para as demandas referentes ao Estatuto e que as discussões sobre o assunto devem ser feitas também virtualmente, não só presencialmente. Sugeriu dar tempo para todos lerem a proposta novamente e seguir com a aprovação, para que o fórum se legitime juridicamente para representar a categoria onde couber;

• Verlane: concordou com Bob Zé. Lembrou que o fórum tem e teve ações em favor da classe musical e que se não se manifesta em algumas ocasiões é por causa da diversidade de opiniões, o que dificulta o consenso para tomada de atitudes, a exemplo do caso de Patrícia Polayne;

• Jorge Ducci: dentro da inscrição de Verlane, replicou que o fórum precisa mudar seu formato de discussões, principalmente virtualmente e deve discutir políticas culturais, levantar questões, demandas e encaminhamentos a esse respeito, o que, reafirma, não está ocorrendo;

• Negão: confessou não ter lido a proposta do Estatuto, mas que estava preparado para sua aprovação. Fez referência à questão do fato ocorrido com Patrícia Polayne, esclarecendo que estava presente e que deve haver respeito de todas as partes envolvidas no evento citado.

• Ton Ramos: retomou a discussão sobre o Estatuto e lembrou da dificuldade existente inclusive na comissão de elaboração do documento, já que houve problemas de horário na marcação de reunião dessa. Enfatizou que falta compromisso e respeito de todos ante as necessidades do fórum e que há perda de tempo em muitas discussões. Não concordou com a forma de discussão do fórum citada por Ducci e convocou a todos para se empenharem no fechamento e aprovação do Estatuto, sem radicalismos.

• Ducci: na inscrição de Ton defendeu que não há radicalismo e continuou a defesa em prol da formatação do fórum virtual, que deve ser prevista no Estatuto.

• Samírinys: propôs a abertura de prazo até o próximo dia 25/02, sexta-feira, para apresentação de destaques sobre o Estatuto na lista virtual e, após fechamento pela comissão de elaboração, realização de Assembleia Extraordinária no próximo dia 1º de março, às 20h para sua aprovação.



Encerrando-se o item “a” da pauta, a proposta acima foi aprovada, com incremento sugerido por Aragão para que haja um mediador da lista virtual durante o período de lançamento de destaques sobre o Estatuto. Houve votação e foi aprovado como mediador Jorge Ducci.



No item “b”, foram lançadas demandas referentes ao cenário musical do estado, que deverão ser discutidas virtualmente. Em assembleias posteriores deverão ser definidas metas e ações para dirimir as questões elencadas, quais sejam:

• Por Emanuel Garapa: frisou que o FMS deve se dirigir às instâncias responsáveis pela cultura do estado, e que, mesmo não institucionalizado, tem força para cobrar ações governamentais, unindo-se a outras entidades locais de cultura, como os fóruns de Artes Cênicas e o Audiovisual. Solicita que os membros cessem com o envio de e-mails extensos e que fujam aos assuntos que considera inerentes às discussões do fórum, que são as demandas locais da música;

• Por Verlane: não concordou com o posicionamento de Ducci dentro da fala de Garapa, uma vez que o fórum tem ações instituídas e em andamento, a exemplo da pesquisa que está realizando sobre a cadeia produtiva da música de Sergipe e de outras ações durante um ano de existência do fórum. Replica a Garapa que a demanda de um membro ou de um grupo pode não ser a dos demais e que todos os membros devem ser ouvidos, buscando ação coletiva e aprovada pelo grupo em Assembleia.

• Por Anselmo: lembra que a questão de cobrança de ações do Governo é válida e antiga, mas que o artista deve divulgar o seu trabalho e buscar seu próprio espaço independentemente das ações do Governo, que deve contribuir de forma complementar e com incentivos à cultura, o que já o faz. Convocou os membros a se unirem e deixar questões mínimas de lado em prol do trabalho pela música, exemplificando o caso de Recife que possui um fórum que já superou essas questões iniciais há mais de vinte anos e que atua de forma organizada atualmente;

• Wener: esclareceu sua intenção ao enviar e-mail ao fórum solicitando trabalhos e projetos dos artistas para que possa produzir. Citou o caso de Patrícia Polayne e disse que se abstinha de opinar, pois está focada nos quinze projetos que tem em andamento. Solicitou mais uma vez a apresentação de propostas e trabalhos dos artistas locais, que devem ter maior espaço, não dando lugar a artistas de fora, como fazem alguns empresários locais;

• Aragão: sugere que não haja atropelamento de falas na Assembleia, que não se perca tempo e que se tenha organização. Esclarece que houve elaboração de documento entregue ao Governo com propostas de formação e capacitação dos profissionais da música; produção e difusão dos trabalhos musicais sergipanos, devendo-se aperfeiçoar esse documento e elaborar outro paralelamente que vislumbre outras demandas não contempladas no primeiro, apresentando-o às instâncias cabíveis, inclusive à iniciativa privada;

• Lacierva: defende que ao invés de acusações existentes nas discussões do fórum, que se lancem propostas plausíveis. Concorda com a formação de comissão para fazer frente ao Governo e que esta deve ser inserida no Estatuto;

• Gentil: refletiu sobre a visão que tem sobre a postura do Governo estadual, de embaçar a atuação dos artistas locais, excluindo iniciantes na música local, e que o FMS deve agir diante dessa situação. Elencou as seguintes demandas para discussão no fórum: a) Piso de cachê de profissionais da música; b) direitos autorais e conexos; c) exclusão de categorias de profissionais diversos no contexto musical local e no fórum; d) ações que minimizem a protelação de pagamento de cachês interna e externamente;

• Antônio Rogério: justificou ausência na reunião da comissão de elaboração do Estatuto e na próxima reunião, dia 1º de março. Propôs cobrança de iniciativa pública em todo o estado, capital e interior, e afirmou que o fórum deve fazer frente ao calendário de eventos e à aplicação dos recursos disponibilizados para a cultura. Apresentou demanda referente à “Liga de Músicos”, grupo que, diz, não é apoiado pelo governo, apesar de sua importante atuação, no tocante à realização de trabalhos musicais que envolvem a comunidade. Convoca o FMS a “ir à rua”, ou seja, a comunicar à sociedade os fatos ocorrentes no cenário musical local e a envolver os diversos segmentos do estado nas questões da música sergipana. Sugere que o FMS aproveite o momento crítico de falta de apoio e se posicione, realizando um forte ato público em favor da música sergipana.



Encerrando-se as falas, ficou definido que as demandas emergenciais deverão ser tratadas e discutidas na lista virtual, com apresentação de propostas para atuação fortificada e organizada do FMS ante o Governo e iniciativa privada.

Nada mais havendo a tratar, lavro esta ata, que vai assinada pelos membros presentes do Fórum Música Sergipe.





PAUTA DA PRÓXIMA ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA, MARCADA PARA 1º.3.2011, às 20h:

a) Aprovação do Estatuto;

b) O que ocorrer.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ata da Assembleia Geral Ordinária do Fórum Música Sergipe, realizada no dia 25.1.2011.

Às dezenove horas e cinquenta e cinco minutos do dia vinte e cinco de janeiro do ano de dois mil e onze, na Casa Rua da Cultura, foi realizada a Assembleia Geral Ordinária do Fórum música Sergipe (FMS), para tratar da seguinte pauta:

a) Deliberações sobre a elaboração do Estauto do FMS;
b) Definição de data para reunião conjunta do FMS e o Fórum Permanente de Música de Sergipe (FPMS), intermediada por representante(s) do Fórum Nacional de Música (FNM).

Iniciando os trabalhos, Aragão abriu espaço para os informes, quais foram:

• Por Alexandre Hardman: informou aos presentes sobre a entrevista fornecida ao jornal Cinform a respeito da perseguição da Emsurb sofrida por ele, que constará na edição do dia 31.1.2011;

• Por Alemão: informou que nos próximos dias serão disponibilizadas no fórum virtual novas propostas da Funcaju relativas à música, a exemplo do que foi feito com o projeto “Ossos do Ofício”;

• Por Verlane: encontra-se disponível ainda no fórum virtual o questionário, instrumento de sua pesquisa sobre a música do estado, para fins de contribuição na elaboração.


Entre os informes, houve a manifestação do Presidente do Movimento “Salve”, Tonico, que se negou a assinar a lista de presença, alegando que esta poderia ser utilizada para outros fins. Manifestou-se também a Presidente do FPMS, Malva Malvar, no ato do informe dado por Alemão, sugerindo que as ações da Funcaju e do Governo deveriam ser igualitárias e que havia nos Conselhos de Música do Brasil representatividades legítimas instituídas em cada estado.

Antes de adentrar a pauta, Alemão solicitou que fosse tratado como cidadão e profissional da música, e não como representante do Governo, pois estava presente na reunião enquanto membro do FMS, professor e profissional da música sergipana.

Adentrando a pauta, foi proposto por Aragão, no item “a”, que se criasse uma comissão de elaboração do Estatuto, a ser apresentado na próxima Assembleia, já marcada no calendário oficial para o dia 22.2.2011. Dentre os voluntários, foi votado e aprovado por maioria absoluta que a referida comissão será composta pelos membros:

• Antônio Rogério;
• Samírinys Alves Pereira;
• Deilson Pessoa;
• Werden;
• Alemão;
• Igor Mangueira;
• Serginho;
• Tom Ramos.


No item “b”, foi votado e aprovado por maioria absoluta que a data a ser sugerida ao FNM e ao FPMS para a reunião conjunta sobre a representatividade da música sergipana ante o foro nacional, será 29.3.2011, devendo ser definido até lá como se dará o custeio das despesas com transporte e estadia do(s) representante(s) do FNM que intermediará(ão) a citada reunião.

Porém, antes da deliberação acima, foi aberto debate a respeito do item da pauta, cujos inscritos e respectivas colocações seguem:

• Malva Malvar: afirmou que foi eleita representante da Música em Sergipe, de forma direta, pelo FMS e em sua atuação adquiriu posto no Colegiado do Ministério da Cultura (MINC). Afirmou também que não se comprometeu a custear despesas com transporte e estadia do(s) representante(s) do FNM, como dito por Deilson na exposição do item em assembleia;

• Joaquim: enfatisou que este é um momento crucial para a música de Sergipe, e sugeriu que as questões levantadas sobre a divisão da classe poderiam se resolver com a unificação dos dois fóruns, o FMS e o FPMS;

• Verlane: por haver presentes pessoas que não participaram do processo de formação dos fóruns, esclareceu que Malva Malvar foi eleita, mas que, no decorrer de seu mandato, tem agido sem a participação do FMS e fundou repentinamente o FPMS. Em Assembleia ocorrida em data passada Malva havia se retirado do FMS. Verlane afirmou que Malva agiu de forma equivocada e questionou-a sobre a possibilidade de unificar os dois fóruns sem liderá-los;

• Eduardo Prudente: chamou os presentes à ação, à discussão sobre a lei de implantação do ensino de música no estado, ao acompanhamento dos editais junto ao Governo e à afinação do pensamento para melhorar o fluxo das reuniões;

• Tonico: propôs a unificação dos dois fóruns, desde que Malva Malvar continue coordenando as atividades, valorizando sua atuação e sugerindo dirimir as distorções dos debates e os possíveis favorecimentos políticos. Nomeou, ainda, o FMS como o “Fórum do Governo de Sergipe” e lançou à reflexão a interrogativa “onde está o progresso da música em Sergipe?”;

• Aragão: afirmou que o FMS tem o direito de cobrar de Malva os resultados de sua atuação enquanto membro do Colegiado do MINC e representante da música do estado. Esclareceu que o FMS, autonomamente, abriu diálogo com o FNM para discutir políticas públicas. Atentou para a importância da elaboração do Estatuto e da valorização da coletividade, repudiando a criação deliberada de outros fóruns de forma irregular. Enfatisou, ainda, a necessidade de a categoria eleger um delegado e um suplente para representá-la nacionalmente;

• Antônio Rogério: lembrou que esteve na Feira de Música Brasil 2010 e reconheceu a representação de Malva como legítima ante o FNM, e que ela expôs os acontecimentos estaduais na Feira. Antônio Rogério afirmou que Malva se apropriou da liderança enquanto as reuniões do FMS não contavam com a presença dos membros. Ao mesmo tempo, Antônio colocou em prioridade a demanda do cenário musical sergipano e propôs a unificação dos fóruns;

• Negão: levou o debate a outro viés, solicitando ações de cobrança ao governo para resolução da problemática da “Poluição Sonora”, que tem tolhido os artistas em diversas apresentações;

• Bob Zé: retomou a questão da representatividade, incompreendendo como esta ocorreu e afirmou que só a partir da cisão dos fóruns – ou criação do FPMS – é que passou a ter acesso virtual às informações e discussões do FMS. Sugeriu que se extermine a desunião da classe e que se superem as diversidades, avaliando ações irregulares e deliberando a respeito;

• Alex Santana: convidou a categoria para unir-se, reelegendo seus representantes legais e diluindo ações equivocadas. Propôs também o agendamento da reunião conjunta para dissolução dessas questões;

• Verlane: atribuiu maior seriedade à origem do FPMS, à questão da cisão, e sugeriu que antes de haver unificação dos fóruns, se faz necessário resolver a questão complexa da representatividade de Sergipe ante o foro nacional. Frisou que a atual representante ofendeu o FMS e que se equivocou ao se dizer pressionada a se retirar do FMS;

• Tom Ramos: convocou os presentes para acompanhar os procedimentos do FPMS, para os membros comparecerem às reuniões desarmados e dispostos a definir ações, corrigir falhas, trabalhar em parceria e ver o FMS como coletividade. Aproveitou para dar boas vindas a Tonico, desde que se faça presente para discutir melhorias para a música local;

• Igor Mangueira: lançou um discurso apaziguador, observando a necessidade de se ouvir os dois lados, merecedores de defesa. Ao abrir espaço em sua inscrição para Malva, e acerca da afirmativa desta sobre sua ação diante da inércia e do favorecimento político existente no FMS, Igor frisou que mais importante que buscar os motivos da criação do FPMS, é que os fóruns cheguem a um consenso e à união;

• Malva Malva: questionou quem participa do CD “Musica From” e informou que sugeriu ao Plano Setorial de Música a criação de uma linha de crédito acessível para a construção de acústia adequada nos estabelecimentos. Expôs que contribuiu para a música sergipana e que não obtém nenhum tipo de remuneração para atuar e que adquirira dívidas pelo trabalho enquanto representante da música estadual;

• Wener Brasil: fez analogia à sua experiência na formação do Fórum de Música de Pernambuco, cujo exemplo deve ser seguido no sentido de articular-se com outras associações representativas da Música existentes no estado, valorizando o artista local. Colocou-se à disposição como produtora e propôs que os ânimos se apaziguassem;

• Tonico: sugeriu que os componentes do FMS deveriam ser os músicos e não componentes do Governo. Acusou o FMS de inércia, indignando-se com a divulgação e realização de eventos musicais e a não interferência do FMS nestes;

• Gentil: mostrou que a exclusão dos artistas pelo governo e na própria classe o incomoda e isso deve ser previsto no Estatuto;

• Aragão: defendeu que durante um ano foram utilizados mecanismos de ação do fórum. Atentou para a necessidade de a categoria se organizar, institucionalizar o FMS e buscar ações integradas para participar dos eventos do estado de forma fortificada e estruturada;

• Serginho: voltou a tratar da questão da poluição sonora, onde conseguiu avanços, a exemplo de consulta feita ao Crea/SE sobre o assunto, que criticou a competência da Emsurb e da Polícia Ambiental. Chamou o fórum para defender a causa e apresentar denúncia ao Ministério Público contra a Emsurb e a Polícia Ambiental;

• Deilson Pessoa: constatou que há várias versões sobre a cisão e que é complexo seu esclarecimento total. Dirigiu-se a Malva como pessoa que “lida com a mentira” e que, portanto, sua representação da classe é inviável. Dentro de sua inscrição houve a exaltação de Malva Malvar e sua retirada do recinto após pedir provas a Deilson da afirmativa. Após o ocorrido, Deilson continuou, observando que quando o assunto é a representatividade por Malva Malvar, as discussões do fórum travam e que é necessário estruturá-lo para executar ações efetivas;

• Pascoal: em visita à reunião do fórum, resolveu defender-se sobre a acusação feita por Tonico de não tê-lo atendido e disponibilizado espaço em seu programa televisivo e colocou-se à disposição para atender aos artistas de Sergipe, comprometendo-se sempre com a verdade e a qualidade musical;

• Antônio Rogério: absorveu as falas e lembrou que a Assembleia não se constitui tribunal de júri e o mais importante é discutir ações em prol da música sergipana. Lembrou também de sua eleição como delegado para representar o FMS em Brasília, mesmo sem quorum e que faz-se necessário a construção do Estatuto e a criação de objetivos que atendam às demandas emergenciais locais. Repudiou as ofensas existentes na reunião dos dois lados e sugeriu agendamento de reunião para tratar somente desse assunto polêmico.


Encerrando-se as falas, ficou definido que as demandas emergenciais deverão ser apresentadas por cada segmento do mercado da música sergipana e que a data da reunião conjunta será 29.3.2011, a ser confirmada com o FNM e o FPMS.

Nada mais havendo a tratar, lavro esta ata, que vai assinada pelos membros presentes do Fórum Música Sergipe.


PAUTA DA PRÓXIMA ASSEMBLEIA, MARCADA PARA 22.2.2011:

a) Aprovação do Estatuto;
b) Análise das demandas do mercado musical sergipano;
c) O que ocorrer.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Próxima reunião do FMS, dia 25/01, na Casa Rua da Cultura

O Fórum Música Sergipe (FMS) esta definindo junto ao Fórum Nacional de Música (FNM) como funcionará daqui para frente sua representatividade nessa entidade, uma vez que o FNM definiu na reunião em Belo Horizonte que deverá existir apenas uma representação por estado ligado ao fórum nacional. Hoje se apresentam dois fóruns; O Fórum Música Sergipe, surgido em outubro de 2009 e que sempre envia esses convites por essa lista; E o Fórum Permanente de Música de Sergipe, surgido em meados de 2010.

Para definição da representatividade estadual junto ao FNM, esta se organizando uma reunião conjunta entre os fóruns, que será mediado pelo fórum nacional, a ser definido na reunião do dia 25/01/2011 do FMS.

Continuando o processo de organização, membros do Fórum Música Sergipe estão ajudando a definir um estatuto para finalizar a institucionalização dessa entidade ainda no início de 2011. É fundamental a institucionalização do FMS no sentido de permitir ações mais organizadas e estruturadas, associado ao poder de voz nas estâncias públicas e privadas, apresentado-se como organização reconhecida e regularizada.

Para isso, estão todos convidados a participar da reunião do Fórum Música Sergipe que ocorrerá no dia 25/01/2011 (Terça-feira), às 19 horas, na Casa Rua da Cultura.

Serviço

Motivo: Fórum Música Sergipe.
Tema: Definição da Reunião conjunta entre os Fóruns / Institucionalização.
Local: Casa Rua da Cultura (Praça Camerino, próximo a OAB).
Horário: 19:00 horas.
Data: 25/01/2011 (Terça-Feira).

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ARTISTAS SERGIPANOS FARÃO SHOW DA SOLIDARIEDADE

No próximo dia 22 de Janeiro, sábado, a partir das 10 horas da manhã, no Estacionamento da Passarela do Caranguejo, 22 artistas sergipanos estarão doando, cada um, 30 minutos do seu talento em favor das vítimas da seca do Interior Sergipano que já atingem 11 municípios, além das vítimas das enchentes no Rio. Serão mais de 10 horas de música sergipana que irão proporcionar um dia de sergipanidade para a população sergipana e os turistas que estarão visitando a Cidade neste final de semana.

Os organizadores comunicam que a entrega de donativos estão sendo estabelecidos na doação de alimentos não perecíveis e água. A organização comunica que os doadores devem evitar doação de roupas e utensílios domésticos.



Confiram a programação com os horários de cada atração:


10:00- BOB ZÉ

10:30-GLADSTON ROSA

11:OO- UZOTOZ

11:30-BEM 18

12:00-SENA

12:30-CHIKO QUEIROGA E ANTÔNIO ROGÉRIO

13:00-IGOR MANGUEIRA

13:30-LATEIROS CURUPIRA

14:00-ADALVENON

14:30-FERNANDO CRATÉUS

15:00-ROBSON BATINGA

15:30-DEILSON PESSOA

16:00-ROGÉRIO

16:30-HÉLIO LIMA

17:00-ZEQ OLIVER

17:30-TONHO BAIXINHO

18:00-VALTINHO, FELICIANO E A BONECA GENOVEVA

18:30-AMOROSA

19:00-MINGO SANTANA

19:30-JORGE DUCCI

20:00-PANTERA



DIVULGUEM!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Próxima reunião - 25/01

A previsão é que a próxima reunião do FMS aconteça dia 25/01. Acompanhe a lista para saber mais detalhes. Para se inscrever basta cadastrar seu e-mail no Google Groups FMS.

ATA DA REUNIÃO DO FÓRUM MÚSICA SERGIPE DO DIA 21 DE DEZEMBRO DE 2010

Aos 21 dias do Mês de dezembro de 2010 reuniram-se na casa da cultura, localizado a Praça Camerino , na Cidade de Aracaju, Estado de Sergipe, para a realização da última reunião do ano de 2010, membros do Fórum Música Sergipe, onde se encontravam presentes, Tonho Baixinho, Jorge Ducci, Andre Teixeira, Wener Brasil, Alex Santana, Igor Mangueira, Deilson Pessoa, Leo Levi, Alexandre Barreto, Tatiane Menezes, bob Zé, Flory,Edézio Aragão, Antonia Amorosa e Simone Sardeiro.


A reunião foi iniciada onde o grupo nomeou Deilson Pessoa como mediador.

Segundo Thati Menezes, estiveram mais cedo os artistas Mingo Santana e Robson Batista que não puderam ficar.

Segundo Aragão houve a reunião nacional em BH, mas antes disto houve uma mobilização na tentativa de conseguirem junto ao SEBRAE um transporte para mobilidade de quem quisesse participar da Feira, não havendo êxito. Ele afirmou que se encontravam presentes em BH alguns integrantes do FMS, a citar: Leo, Alex, Verlane , Dudu Prudente. Rick Maia, além de Malva Malvar que não faz parte do FMS por decisão própria.

Abaixo a fala de Aragão:

“A reunião aconteceu em dois dias. No primeiro dia quando a gente abordou e se apresentou como fórum musica de Sergipe eles já sabiam do que estava acontecendo, e disseram que um dos pontos que seria discutido seria a pauta do fórum musica Sergipe. Eles estavam elaborando o regimento do fórum nacional. No primeiro dia eles priorizam a discussão do regimento e o fórum musica Sergipe pediram para ter direito a voz, o que aconteceu. Fecharam-se os princípios bases que foram discutidos e apresentados, neste primeiro dia todos que estavam presentes tiveram voz para elaboração do estatuto; foi realizada a chamada para a reunião do segundo dia, pela manhã, e caberia a discussão do fórum em Sergipe, mas não houve tempo necessário para isso.”

Segundo Aragão, desde 2005, o fórum nacional não está institucionalizado, e a existência do estatuto é que irá institucionalizar, rede musica Brasil e o colegiado. A assembléia do fórum música Sergipe elegeu seus representantes que foram naquela ocasião, os seguintes escolhidos: Malva Malvar, Antonio Rogério, Pedrinho Mendonça , Elma Santos e Eduardo Prudente. O colegiado discute junto com o MINC os interesses da classe e de políticas públicas.

Continua Aragão com a fala...

“A rede música é o conselho consultivo que é formado de várias entidades e tem acesso a documentos, não podendo decidir; quem decide são os delegados do colegiado. O fórum de música dentro da rede musica Brasil tem uma força representativa porque se aglutinam com vários segmentos.

O estatuto nacional rege que cada Estado tem que dispor de apenas um fórum, e cada fórum elege um delegado e um suplente.

O fórum nacional entende que só pode haver um fórum por Estado. Em termos de ligação com o fórum nacional só pode haver um.

Houve prioridade na votação do estatuto neste encontro do fórum nacional, o que não sobrou tempo para se resolver a questão de Sergipe.

Malva estava presente como delegada. O fórum música Brasil não pode decidir, mas intermediar. A executiva sugere que haja uma assembléia conjunta para que se elejam os representantes de um só fórum em nível nacional.”

Depois das explicações dadas por Aragão sobre os acontecimentos que ocorreram na reunião do fórum nacional em BH, os membros presentes usaram da fala.

André propõe que se reúnam as representatividades existentes para buscar apoio e consolidar o fortalecimento do fórum musica Sergipe.

Aragão disse que temos que decidir se aceitaremos a assembléia.

Segundo Aragão, o Theo se predispôs a estar presente para mediar a discussão. O MINC deu sugestão para que os projetos fossem apresentados pelo fórum nacional de musica. E o projeto eixo bacia do são Francisco foi aprovado como demanda do fórum nacional.

Segundo Aragão, sempre perguntava a Malva sobre alguns encaminhamentos e ela não respondia, negando informações importantes e de interesse do fórum Música Sergipe.

Deilson Pessoa colocou que se há uma relação de intermediação entre o MINC e o colegiado nós podemos cobrar de quem se faz representar com o cargo que ocupa. E segundo ele, se ela não estiver correspondendo às expectativas como se deve proceder que se tomem as providências.

Simone deu a sugestão de elaborar um documento sobre a posição do fórum.

Aragão colocou novamente que teríamos que decidir sobre a realização da assembléia.

Aragão colocou que não reconhecemos a representatividade em questão, e que se apresenta como nossa representante, neste caso, a Sra. Malva Malvar.

Jorge Ducci colocou que “ela (malva) está lá legalmente, e segundo ele ela se articulou e chegou conseguindo ocupar espaço. Precisa-se analisar o tamanho de Malva, e quem está com ela, pois ela teve habilidades percebendo juridicamente como se articular. Ela percebeu isso e agiu. Claro, com indecência, disse ele. O fórum nacional quer dialogar com quem? Pergunta -, e Aragão diz que o fórum nacional quer uma reunião da assembléia com as representatividades gerais e que se decida por todos. Amorosa disse “que só vamos saber quem é quem na assembléia, e nela saberemos onde estão aqueles que se escondem, os que estão sendo usados sem saberem ou estão com quem quer que seja. E é preciso saber que se saibam quem está com ela, mas este não se revela, e alguns pensam que estão no fórum musica Sergipe.”

Segundo Tathy, ela (Malva) fez no you tube uma imagem com o titulo- cidade sonora- onde no vídeo ela enviou para thaty Menezes, e thaty disse que tem artista que pensa que o fórum musica é o mesmo fórum permanente. Está havendo confusão. Alguns nomes a exemplo de moziar, mariana ruas, Tiago, são alguns dos nomes que estão no vídeo.

Igor mangueira disse que acha que malva não está fortalecida em termos de representatividade, pois muitos não se apresentam como integrantes, e ninguém houve falar nem mesmo de reuniões como acontece com o fórum.

Aragão disse que só pode votar nos delegados na realização da assembléia quem faz parte do FMS até aquela data, não podendo votar os que vierem depois.

Amorosa propôs que se fizesse um levantamento para mobilizar a classe através de emails e contatos telefônicos.



Alex concordou com o levantamento feito na busca do que está acontecendo. Igor propôs que se insiram nos emails aqueles que estão inativos, vindo a propor também que os ativem.

Aragão disse que os técnicos estão com a APAS, e se propôs que se convide esta representatividade.

Jorge ducci colocou que a malva está se mobilizando junto ao movimento salve.

Deilson colocou que o salve já existia como organização, deilson disse que a primeira coisa é que a caça à bruxa está mal, e é preciso colocar para os demais colegas a realidade dos fatos. Mas, nós precisamos evitar a guerra contra malva para que esta não se coloque como a vítima, e a colocação é que o nino karvan está recebendo emails e ela está usando o nome dele sem autorização do mesmo.

Segundo Jorge, Malva está fortalecida, pois se organizou na criação de outros segmentos, e a ausência de ações do fórum musica Sergipe fez com que ela abrisse o vácuo e agisse em seu favor.

Segundo deilson temos que reunir maioria e fazer acontecer. Não adianta eles chegarem aqui e eles verem cinco pessoas, quando ela pode mobilizar através de outros segmentos um fortalecimento maior.

Aragão disse que ela foi ao fórum nacional como representante do fórum musica Sergipe, onde a mesma por decisão própria saiu do movimento, por ter criado outro fórum um mês antes da sua saída do FMS.

Tonho baixinho disse que malva está no salve, mas que há mobilizações internas negativas sobre ela.

Simone colocou que se faz reunião com as representatividades que a elegeram e que ela pode ser destituída se não corresponder às expectativas do que diz representar.

Jorge ducci disse que nas conferências local, estadual e nacional existem as definições de eleições.

A luta do fórum nacional, segundo Aragão, é dar força ao colegiado. No entendimento das entidades foi através dos andamentos setoriais que saíram as representatividades.

Segundo Aragão está havendo fragilidade no colegiado por causa dos desmembramentos que tem ocorrido em vários Estados do Brasil.

Amorosa perguntou quem dos membros do fórum musica Sergipe tem acompanhado com reguralidade todos os acontecimentos do fórum Nacional de Musica. Wener Brasil disse que a partir do momento que ela (Malva) está nos representando, e nós não estamos fazendo nada, como funciona a força desta representatividade que não se legitima na base que se diz representar?

Tonho baixinho disse que mostraríamos desorganização diante de um processo como este.

Simone disse que não se legimita o que não se concorda;

Wener colocou que Sergipe precisa se resguardar de representatividades que não condizem com a organização da classe. Leo disse que, segundo integrantes do fórum nacional, dizem que não agüentam mais as questões relacionadas a Malva, e que o cargo que ela está a dizer que representa ninguém reconhece como tal no eixo que se diz representar.

Amorosa colocou que foi ela quem se destituiu abertamente numa reunião (Amorosa colocou esta situação depois de ter sabido de Aragão diante dos demais membros que Malva disse no fórum nacional que tinha sido excluída do Fórum Música Sergipe).

Jorge disse que não se pode dizer agora que não se deve destituir a presença de malva. Quando se chegam à conferência nacional dependendo da articulação de Malva e suas propostas e argumentações, e ao final desta conferência se tirar pessoas daquela conferência, o mérito é de quem se argumentou. Jorge Ducci continuou dizendo que o colegiado é um mérito da ação pessoal de quem se articula diante do fórum nacional. André teixeira disse que tem gente que foi lá tomar cafezinho e se articulou. Jorge ducci disse que a picaretagem que ela fez em tentar desarticular o fórum musica Sergipe , segurando informação, se organizando individualmente, se mobilizando para diálogos com outros segmentos onde não precisa discutir nada com a gente fez ela se sentir livre para fazer o que bem entender. Jorge mostrou que ela está se articulando junto a outros movimentos, e colocará o movimento salve como quorum para enfraquecer o fórum música Sergipe

E para concluir, Jorge disse que através das mobilizações que malva for fazer, irá montar estratégias para se fortalecer em favor dos seus interesses.

Segundo Jorge temos que trazer o movimento salve, e oferecer uma posição de comando para o salve, tendo ele do lado do fórum musica, e o fórum nacional irá reconhecer onde está a maioria.

Segundo Jorge, ela não tendo representatividade não terá como se articular como representante.

Deilson colocou para os encaminhamentos. ..

Segundo deilson a formalização tem que ser encaminhada junto com todas as demandas. Relaciona-se ao estatuto, e este solicita que o fórum musica manifeste a posição sobre a questão de malva em nível interno, e manter uma posição externa de unificação sobre o fortalecimento do fórum musica Sergipe. Ele sugestiona que se faça uma carta física sobre a representatividade ilegal da malva, e que iremos nos mobilizar com assinaturas para este fim; além da carta física enviar o email imediato; o segundo pedido de encaminhamento será para se fazer solicitações diretas e claras para os grupos representativos a exemplo de salve e outros; apresentar as demandas sobre as delegações e outros encaminhamentos ligados aos interesses da cadeia.

Segundo flori, tem acompanhado alguns movimentos por email, e verificou que o assunto é sério e que se precise ter cuidado das questões emocionais que envolvem todo o processo. Segundo flori temos que verificar a representatividade que malva tem como representante nacional, e que tem que se observar a lupa para a cadeira. Flori disse que ela tem representatividade, mas não legitimidade. Ao invés de focar judicialmente, que nos ocupemos politicamente da organização de classe para ocuparmos os cargos.

Delson disse que ela está invertendo a situação diante do fórum nacional. Deilson disse sobre as posições que malva tem colocado em nível nacional, quando afirma que somos um fórum de cara do governo. E com ações desta situação ela foge do foco da verdade.

Amorosa propôs que se faça a carta convite e encaminhamento de assinaturas para reunir os fatos relacionados ao fórum musical relatando para todos os membros do fórum música Sergipe os acontecimentos reais dos fatos para que todos possam ter acesso à verdade, não apenas no contexto nacional, mas local.

Segundo thati temos que definir a questão da assembléia e temos que nos articular com o salve e outros movimentos relacionados. Segundo taty, há quem esteja no movimento de malva, e segundo taty, ouviu comentário de alguém que ela havia criado alguns problemas já que esta pessoa comentou que não sabia que o fórum permanente não era o fórum de música.

Deilson acha que temos que ir aos movimentos para dialogar.

Simone colocou que se malva está representando um grupo, como ela processa os encaminhamentos com base em atas, ou decide por elas? Segundo Simone, se o MINC quer unificação, ela não tem como estruturar decisões sem representatividades de grupo legais, mas segundo Jorge a articulação do MINC se configura de outra forma. Ele acha antiético, mas crer também que Tonico quer se articular de outra maneira. Jorge se propôs como representante do fórum musica junto ao salve para abertura de um diálogo em torno das questões apresentadas.

Lindemberg , coordenador da Rua da Cultura, membro do FMS, adentrou a reunião rapidamente já que estava participando de uma outra reunião paralela no mesmo espaço, e deu uma sugestão de encaminhamento propondo o seguinte: que o salve foi construído na base do interesse da moeda e não do movimento. Não podemos ir para uma assembléia se pautando no salve. Existe um grande risco de ele virar na última hora, por causa das posições pessoais inseridas em alguns integrantes.

Segundo Aragão só pode participar das decisões do fórum, apenas aqueles que fazem parte do fórum desde o inicio.

Segundo tonho baixinho ela se apresenta como funcionária do governo através dos títulos que compõem sua representatividade, causando confusão na mente dos menos esclarecidos sobre o assunto.

Encaminhamentos – formalizar o fórum, fazer uma defesa do fórum em nível nacional com carta física, assinada e documentos do fórum com cópias de todas as atas; fazer uma comitiva de representações para convidar as entidades, indo a elas, individualmente; elaborar um documento sobre a eleição dos delegados do FMS, com cópia da ata e assinaturas de quem elegeram para que sejam verificados os desvios de conduta de quem não correspondeu as expectativas do grupo. Em relação ao dia da assembléia marcar a data para a assembléia geral.

Amorosa propôs que se colocasse a data para o mês de fevereiro para os encaminhamentos para os que interessam para a primeira quinzena de fevereiro.

Segundo Deilson, o Theo já se colocou a disposição para vir em março. Os presentes concordaram com o voto da primeira quinzena de fevereiro. Concordaram com as visitas para o salve e a apas, virote, nação hipo hop, sndicato dos músicos, cufa, universidade e sindicato, pela cena, barulho de retardado, chama e outros....

Amorosa propôs que se convide elegendo representantes que tenham reais acessos a estes grupos. Deilson e Jorge concordaram.

Aragão, Igor e deilson se disponibilizaram na elaboração dos documentos; as visitas ficaram por conta de Jorge ducci com o salve; Igor universidade e virote, Leo se articulará com Pela Cena e Virote; Alex se posiciona para a Chama.

Ficou definido que taty e Beto Viddal representarão o FMS junto ao ALPV e técnicos.

As demais observações foram anotadas por Aragão que, posteriormente poderá passar para os demais membros. Foi colocado também que os membros que acompanham o fórum no contexto virtual e que se disponibilizarem em manter contato com outras entidades, que o façam e comuniquem aos demais membros, lembrando apenas que, na assembléia que contará com a presença de representantes do fórum nacional, só poderá votar aqueles que fazem parte do FMS deste o início.

E sem mais, eu, Antônia Amorosa, membro do Fórum Música Sergipe, finalizo a presente ata para apreciação de todos os membros e interessados ao acompanhamento das discussões que envolvem o FMS.



Aracaju, 21 de Dezembro de 2010